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quarta-feira, 28 de março de 2012


...as nossas estevas.


Sobrevoar o rosto
Como uma terra alheia

Perceber que tudo se incendeia
Ao estender do corpo

Daniel Faria

domingo, 25 de março de 2012


Saudades...

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 11 de abril de 2011

terça-feira, 3 de novembro de 2009



Tenho andado distraída. Ou isso, ou ausente...
As urzes já floriram, e vestem os pinhais de um manto denso de saudade…

Chega o Outono e com ele uma nova paleta de cores acontece, espontaneamente, e veste a paisagem.

Meu Deus... como eu gosto deste sitio, meio perdido, plantado junto ao mar...

A beleza é assim mesmo. Acontece e surpreende-nos, um dia, e a cada Outono que acontece, são ainda mais belas, as urzes.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Baía da Arrifana - Aljezur.


Existem lugares onde a alma parece pertencer e aos quais regressamos, de tempos a tempos, e nos sentimos rejuvenescer.

A Costa Vicentina está repleta deles, por entre as falésias e escarpas, praias de areia branca e cascalho negro, território selvagem que o betão ainda não conquistou, de uma beleza quase sagrada, perdida, como que esquecida, e nos surpreende de todas as vezes que voltamos. Gente de sorriso no olhar e gestos largos.

Existem momentos de extraordinária serenidade e partilha que são impossíveis descrever. Tempo sem tempo algum a registar.

Agora vou rumar a outro destino. Até breve.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Tenho cada vez mais a certeza que somos melhor Pessoas, enquanto indivíduos que nos damos, porque nenhum Homem é uma ilha – isso já sabemos, que alguém já disse, e também já foi repetidas vezes escrito e dito até à exaustão – mas sim!
Não somos melhores isolados, desprovidos da força anímica para os encontros, da partilha de palavras, sorrisos e olhares. Tudo tem um começo, e todo o começo para estender laços é saudável e torna-nos mais fortes, menos sós.
A minha força anímica, neste caso, não partiu bem de mim, confesso, mas foi algo que veio de fora e veio por bem. Encontrar pessoas que só encontrávamos em rios de palavras e poder dar-lhes um contorno, trompe l'oeil, é um passo para construirmos ístmos e por fim chegar, fortalecer.
O que fica? Afinidades mais fortes e Identidade(s).
A vontade de novos (re)encontros.
Quero agradecer aqui (poderia faze-lo por mail, e gostaria, mas não os tenho a todos, e ainda me falta o tempo) a quem tomou a iniciativa de organizar o encontro e o tornou possível, e a quem participou.
Até à próxima, e enquanto isso fiquemos por aqui, no lugar do costume.