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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Já que não sabemos o que nos espera para o próximo ano (e não se augura nada de bom), aproveitemos os últimos instantes de 2010.

Aproveitar um dia de cada vez e o que de melhor houver, vai ser a minha máxima para o ano que se avizinha.

A todos, um bom ano de 2011!


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010



Eu sou o Pepe Le Pew!
You are a lover.
Romance, flowers, and wine are all you need to enjoy yourself. You are serious about all commitments. A family person. You call your Mom every Sunday, and never forget a Birthday. Don't let your passion for romance get confused with the real thing.

E tu, quem és?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009


Esta coisa da campanha eleitoral é um pouco como os saldos.
Há uma época para eles, mas muito antes já andamos a olhar para as inúmeras promoções, de tal forma que por vezes é maior o tempo que as lojas passam em promoções e descontos, do que com os preços ditos normais.
Agora entrámos em época de saldos na politica e é vê-los acotovelarem-se com argumentos cozinhados por dezenas de assessores da Comunicação (que nós pagamos) e com promessas de última hora para ganhar mais uns votos.
E entram assim nas nossas vidas sem que os queiramos cá.
A semana passada até sonhei que o Louçã tinha ganho as eleições, logo eu, que nunca me lembro dos sonhos.
É a Loucura!
Só é pena que não existam eleições todas as estações…

quarta-feira, 19 de agosto de 2009


...lembra-me que, o que vale mesmo a pena, é experimentar, viver intensamente cada instante e não passar ao lado daquilo que nos faz sentir bem, e ao outro.

Pois é...
Já voltei de férias :)
Mas a vontade e a energia é pouca.

segunda-feira, 27 de julho de 2009





Do oito ao oitenta...
E depois de umas horas bem sofridinhas, entaladinha com "coisas" de última hora (que eu há dois dias que não penso noutra coisa senão nas férias) vou-me ao calor e à boa vida, que eu não gosto só de trabalho e gosto mesmo é de vida muito boa.
Vou para aqui, tentar não fazer grande coisa, passar o tempo entre a praia e a esplanada, que tem umas saladas deliciosas...
Até ao meu regresso.


terça-feira, 7 de julho de 2009

Autor desconhecido

OK!
Bem sei.
Este cantinho tem andado meio abandonado...
Mas só pelas palavras e pelas imagens, que eu venho aqui quase todos os dias limpar o pó, varrer o chão e ligar-me a outros cantinhos que gravitam em torno daqui.
Acho que já nem adianta dizer que o trabalho ultimamente me corroí até aos ossos, porque na verdade eu até já ando cansada de me ouvir dizer o quanto as minhas horas são completamente preenchidas ou abafadas por ele. Até eu já penso, por vezes, que só posso estar a mentir, ou que sou uma exagerada, tal é a frequência com que ando a dizer que tenho muito trabalho, e que tenho pouco tempo, e coisa e tal...

- Ninguém pode ter assim tanto trabalho a ponto de não ter tempo nenhum, sequer para vir aqui postar qualquer coisinha...

Pois não. É por isso que hoje, além das habituais varidelas, resolvi enfeitar a jarra com flores.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Esplanada, espectacular, sobre o mar, algures em Vale do Lobo, no final do almoço.


Um dos grandes problemas de vir de férias é a quantidade de trabalho que nos espera. É que às vezes é tão grande que nos leva a pensar em nem sequer ir de férias.
Ou isso, ou não voltar e fazer da vida umas grandes e prolongadas vacaciones...


segunda-feira, 1 de junho de 2009

Zimbreirinha, 2007.


A grande chatisse de ir de férias é o trabalho que elas dão até, finalmente, batermos com a porta.
Ele é o trabalho a dobrar no serviço, as horas infindáveis que passamos a terminar mais isto e aquilo (e há sempre qualquer coisa que fica para trás, menos o telemóvel que mói o juízo), as compras, as arrumações em casa (para quando chegar não ter de me matar a trabalhar nas limpezas), passar a ferro, arrumar a roupa, fazer as malas e tentar não me esquecer de nada.
Mas é assim... moídinha mas prestes a zarpar rumo ao sol, e ao mar, e ao cheiro bom das coisas boas, ao sabor bom das coisas deliciosas, ao dolce fare niente, como eu gosto, de vez em quando.
Estes dias poderão confundir-me como uma qualquer lagarto ao sol, arrastando-se da areia para o mar e do mar para areia... Até daqui a uns dias.
(e para quem não vai de férias, bom trabalho. Também há-de vir a vossa vez. É o que vale!).

segunda-feira, 13 de abril de 2009


Cultura: do latim cultura, cultivar o solo, cuidar.

Boa! Faltava-me esta definição...


Depois, podemos analisar o conceito à luz da sociologia, e à luz da filosofia, e ainda da antropologia e da etnologia, e no final, isto tudo bem espremido, quer dizer que cultura pode ser quase tudo... desde que resulte, de alguma forma em/de manifestação humana.

...às vezes mais valia mesmo dedicar-me a esta forma tão ancestral de fazer cultura: plantar batatas e semear feijão-verde... ou será semear batatas?
É que no fim era tudo muito mais objectivo: ou elas cresciam ou não cresciam, e se no decurso do processo da programação cultural elas não crescessem, punha-se mais foskamonio.

quarta-feira, 1 de abril de 2009


Chegar às 22h30 junto do carro e perceber que nos fecharam num parque de estacionamento deserto, numa cidade que não é a nossa.

A acrescentar a isso o parque, deserto, é um adro de uma Igreja, aterrador, explorado por uma Paróquia.
A acrescentar a isso não há contactos nenhuns para onde se possa pedir “socorro, preciso sair daqui”, nem nsequer no ticket de pagamento do parque (porque se paga logo à entrada) - há um hiorário afixado num local que não se vê... a menos que nos apontem.
Encontro alguém que me dá o número de telemóvel do padre, a quem ligo, e que me diz, com todas as palavras, numa dicção perfeita, que eu bem que podia passar a noite dentro do carro porque o senhor não ia fazer 20Km para me abrir a corrente;
A acrescentar a estas declarações simpáticas e humanas, que ninguém tinha nada que me dar o número de telemóvel dele – “…e quem é que foi? Hein? Quem é que foi?”;
A acrescentar a isso, e depois de umas trocas amistosas de palavras, o padre manda-nos para uma morada onde não mora ninguém e onde era suposto morar quem nos fosse soltar…
Por fim, ligar à polícia…
Esta foi a única coisa que, surpreendentemente, salvou a noite, ou me livrou de passar a noite dentro do carro até a abertura do parque de manhã. Lá foram os agentes da PSP que, pacientemente e diligentemente, nos localizaram e foram buscar quem nos abrisse a corrente, e segundo os quais este episódio acontece amiúdas vezes…
Este é o exemplo de país que temos:
- Pagamos, e ainda somos achincalhados e desconsiderados;
- Pagamos, e em vez de olharem por nós, fazem-nos o pior;
- Pagamos, e quem, supostamente, deveria sentir um laivo de solidariedade e humanidade, soterra-nos de pedras e engana-nos;
- No fim, felizmente, vêem até nós duas almas caridosas que, cansadas de conhecer a situação e de perceber a injustiça, sem nada poder fazer, nos dão a mão e nos ajudam;
Caso para dizer que, naquela cidade, a PSP é amiga!

…e não. Não é mentira. É a mais pura verdade.

quarta-feira, 18 de março de 2009

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Dei por mim agora a beber vitaminha C efervescente já "morta" como quem bebe um Favaios, à noitinha, antes de ir dormir... e hoje ao fim do dia, só bebi cerveja Sagres...

Pelo andar da carruagem, os Planetas não tarda nada vão começar a rodar ao contrário.
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domingo, 8 de março de 2009



É tempo de flores e pólen, do vento sereno e ligeiramente aquecido atravessando as braças que acabam em pequenas e delgadas agulhas, dos sons aqui e ali sustendo o cantar das aves, do desabrochar das flores dos pinheiros bravos que pintam de ouro o verde majestático do pinhal. É tempo dos tojos amarelos e das urzes explodirem em cor, dos primeiros raios de sol a queimar a pele branca.
Um e outro pequeno milagre.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009



Ter um dia de cão, significa, ter um dia bicudo, com as pontas todas viradas para nós a empurrar-nos contra a parede.

Ter um dia macho, significa quase a mesma coisa, com a diferença de que, ou invés de pontas aguçadas, são punhos cerrados.
Imaginem terem um dia com as duas coisas juntas… mais uns pozinhos à mistura.
Confesso que não sei o que está a acontecer, se ao ar, se à água, ou se será a vida frustrada que certas pessoas levam, mas , os dias estão a ficar uma loucura, e certas pessoas "miudinhas" à beira da insanidade mental (que levarão, invariavelmente, os outros à loucura tb), estão! Hirra!


Bem sei que é um lince ali em cima, mas a Marta tb tem cães bicudos e ponteagudos (que eu não me importava de ter em casa, quietos, em local de destaque, só para eu apreciar sentada da minha "berger").
Ver aqui, ou aqui ou ainda aqui.



domingo, 19 de outubro de 2008



Hoje está um dia extraordinário de sol, fresco, um sol raso de manhã de Outono.
Levantei-me com vontade de ir às pinhas, entrar pelo pinhal dentro, onde não há vivalma nem som algum que não seja o do vento nas copas dos pinheiros, dos gaios, melros e pequenas aves, e da caruma seca a quebrar debaixo das botas, e arranjar uma meia dúzia de sacos com pinhas para queimar no Inverno.
Depois, desembocar no mar e terminar com um bom café na esplanada da praia, aquela onde apenas os pescadores vão, agora que parece que o mar está a dar sargos e robalos à linha, longe das histerias dos patins em linha e das bicicletas de domingo de manhã.
Claro que tamanha divagação se deve apenas e só ao facto de não ter tempo para o fazer. Dizia o Variações que bem que se podia fazer hoje (ontem).
Sempre fui assim. Quando mais nova, tendo de estudar, deixava sempre para último, e havia sempre mais alguma coisa interessante para fazer do que estudar, ou fazer os trabalhos de casa. Mesmo depois, quando os estudos começaram a doer, e já depois quando exigiram outro tipo de abordagem, foi assim. É assim. Não mudamos assim tanto, nem com a idade enm com outro tipo de responsabilidades.
Deste modo, e como não vou arriscar a sair daqui (ainda me perco) mergulho numa foto de Janeiro deste ano. É assim que está o dia de hoje. Lindíssimo.
Ai que bem que se deve estar na praia…

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Damien Hirst, The Physical Impossibility of Death in the Mind of Someone Living, 1991.

Quando se passa um dia a “ferver”, mas ao mesmo tempo com muita água fria à mistura (a pensar já no fim-de-semana que, finalmente, não se tem grande coisa para fazer, e o que há, até pode esperar para segunda-feira), nos chamam para uma reunião só para responder a uma questão, e se acaba por lá ficar cerca de duas horas e meia com dois tubarões, a querem de nós “opiniões à lá minute” sobre assuntos que carecem de juízos formulados, minimamente estudados e fundamentados, e se sai da sala já a deitar vapor pelos ouvidos, meio a pensar no “dolce fare niente” dos dois dias seguintes, mas logo de seguida com o big boss a passar-nos uma pasta para a mão e a dizer “então aqui a Grafis vai estudar o dossier este fim-de-semana e segunda-feira nós damos uma reposta…”, acaba-se por ficar com uma grande neura e por estorricar por completo todos os neurónios que ainda escapavam ao braseiro.
Assim, e para ver se isto passa, nada melhor que dedicarmo-nos ao lazer, a alguma coisa que não exija grande esforço, motor e mental, de preferência a dar para a parvalheira.
Então aqui está, mais um teste.
Fiz dois, mas como não estou à venda, e acho que o resultado de um deles é especulativo (pois exibe um valor acima daquilo que eu acho que realmente valho) e é por causa destas coisas que hoje estamos como estamos, apresento apenas o resultado de um.
Quem porém conhece a minha caligrafia diria que seria impossível descortinar o que quer que fosse dela… muito menos os traços de personalidade (só se fosse uma certa demência).
Aqui vai:

Você não costuma tomar decisões precipitadamente.
Sempre toma muito cuidado antes de agir e suas atitudes costumam demonstrar um padrão moral que você considera superior.
Idealismo, modéstia, otimismo e afetuosidade estão entre suas principais características.

E até que é verdade, a ajuizar pela questão racional/moral. Já o resto não sei… há quem diga que não, e há quem diga que sim. Eu cá acho que não se pode agradar a gregos e a troianos.


quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Seduction Style

We don’t know how you figured it out, but you’ve manage to keep your lovers close despite your critical view of the world. Maybe you aren’t cynical. Just a little cautious. Either way, you’ve managed to keep your head on your shoulders. You do have a little bit of misanthropy going on up in there. But hey, when you build your solar powered cabin in the woods everything will be fine.

Its very rare to meet someone so clever that isn’t into taking advantage of romantic or sensitive people. Your best seduction move, be your honest and insightful self. A straight shooter, (even a slightly damage straight shooter) is a fine catch for anyone.

aqui


segunda-feira, 21 de julho de 2008


...aparentemente, sou uma sábia coruja!

A coruja é uma ave noturna, símbolo do conhecimento racional. Você é uma pessoa que gosta de estudar e fazer uma reflexão sobre todos os aspectos de sua vida. Seu dia a dia é bastante regrado. Ai, se alguma coisa estiver fora do lugar ou, dando errado. A coruja não gosta de arriscar e investe apenas naquilo que é certo para ela. Aqui vai uma dica: se você mergulhar no seu interior, descobrirá que tem grande percepção do oculto.


ou então

... um cachorro, no bom sentido da palavra, é claro!
O cachorro é o amigo inseparável. Ele não consegue ficar longe dos amigos e adora festas e encontros. É o companheiro fiel que toda pessoa gostaria de ter sempre ao seu lado. Outra característica canina é ser o vigilante de sua casa. Você realmente gosta de tomar conta da sua família e proteger quem está ao seu redor. Coitado de quem invadir o seu espaço.
Entretanto, se você parar de pensar, encontrará uma certa dificuldade em ficar sozinho. O cachorro é capaz de ajudar os outros, mas não sabe lidar direito com os seus problemas. Talvez seja preciso abrir sua conexão ao divino. Afinal, o cão conhece melhor do que ninguém o mundo do Além.

terça-feira, 27 de maio de 2008


...uma coisa eu tenho de confessar…


Se o sol não vem depressa eu sou bem capaz de entrar em depressão. É que já estou farta de tanta água, e vento, e frio, e céu cinzento, e de andar de camisola e casaco, chapéu de chuva e cabelo virado do avesso. Isto, aliado a um sintomático aumento de trabalho, a que é, normalmente, essencial, um aumento significativo de boa disposição, energia e adrenalina, não com nada….

É que eu estou para o sol como os carros estão para os combustíveis, ou seja, sou dependente dele e ele está a “entrar em deficit” (que é uma palavra que há muito entrou no nosso vocabulário) com uma diferença, felizmente, no meio desta coisa toda: eu sou mais ecológica.

O que me leva a pensar, quando se fala em combustíveis, ao que nós associamos logo impostos dos combustíveis, e logo de seguida impostos no geral sem olhar a quê… se quando no meu orçamento as despesas aumentam fruto de uma conjuntura económica a que sou alheia… será que posso ir exigindo à minha entidade empregadora que me aumente o salário? Ou tenho de reduzir as minhas despesas correntes e alguns investimentos acessórios (optando obviamente por não diminui no capital para investimentos estruturais) para fazer face a este tipo de situações? Como é que é? Ou será que posso escravizar alguém para lá ir buscar mais algum rendimento?
É que no meio destas questões só me ocorre dizer que me parece que, em muitos aspectos, estamos a voltar ao Antigo Regime…

E bom… voltando ao sol, já percebi que este ano se quiser passar férias a aquecer o corpinho ao sol tenho de pagar para ir para uma ilha tropical qualquer, que nem a Costa Alentejana ou o Algarve me valem.
Enquanto isso desespero por uns dias de sol e calor de rachar.

sábado, 24 de maio de 2008

Hoje o dia nasceu assim... lindo!
Caloroso, aberto, fresco/ameno, sonoro, cheiroso...
A foto já não é de hoje. Saí com uma tal sede de me evadir, abrir os pulmões e o peito, que acabei por me esquecer do equipamento em casa.
De qualquer modo o mar estava igual, o céu igual, o tom de luz igual...
fechar os olhos...
... :)