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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010


Tus ojos

Cuando se han agotado los caminos
que la razón podría aconsejarnos
se abren tus ojos, y con ellos todo
vuelve a inundarse de la luz oscura
que dá sentido al mundo y a mi vida.

Amalia Bautista

domingo, 28 de junho de 2009

Alexander Calder



Al cabo, son muy pocas las palabras
que de verdad nos duelen, y muy pocas
las que consiguen alegrar el alma.
Y son también muy pocas las personas
que mueven nuestro corazón, y menos
aún las que lo mueven mucho tiempo.
Al cabo, son poquíssimas las cosas
que de verdad importan en la vida:
poder querer a alguien, que nos quieran
y no morir después que nuestros hijos


Amalia Bautista

Este, surripiei-o daí da net, mas creio que a minha grande amiga a quem o surripiei hoje de manhã não se vai importar, que eu até já tinha dito que um dia o faria, e ela anda tão entretida que nem vai reparar, porque de uma maneira ou de outra (e diria que de várias maneiras, intensidades e sentidos) existem pessoas que nos movem o coração e poucas coisas que realmente importam na vida: as pessoas e o amor, o sorrir e fazer sorrir, o estar sempre lá, mesmo que não estejamos fisicamente, o sabermos aproveitar todos os momentos para fazer dos dias lugares comuns, o sentirmos que nos amam e perceber, aos poucos, qual o caminho percorrer. Sentir a luz e o calor sobre ele, fechar os olhos e sentir/sorrir.
E apeteceu-me, hoje de manhã, partilhar, apesar do dia ter nacido, lá fora, meio cinzento e húmido. Só isso.