Cuando se han agotado los caminos que la razón podría aconsejarnos se abren tus ojos, y con ellos todo vuelve a inundarse de la luz oscura que dá sentido al mundo y a mi vida.
Amalia Bautista
domingo, 28 de junho de 2009
Alexander Calder
Al cabo, son muy pocas las palabras que de verdad nos duelen, y muy pocas las que consiguen alegrar el alma. Y son también muy pocas las personas que mueven nuestro corazón, y menos aún las que lo mueven mucho tiempo. Al cabo, son poquíssimas las cosas que de verdad importan en la vida: poder querer a alguien, que nos quieran y no morir después que nuestros hijos
Amalia Bautista
Este, surripiei-o daí da net, mas creio que a minha grande amiga a quem o surripiei hoje de manhã não se vai importar, que eu até já tinha dito que um dia o faria, e ela anda tão entretida que nem vai reparar, porque de uma maneira ou de outra (e diria que de várias maneiras, intensidades e sentidos) existem pessoas que nos movem o coração e poucas coisas que realmente importam na vida: as pessoas e o amor, o sorrir e fazer sorrir, o estar sempre lá, mesmo que não estejamos fisicamente, o sabermos aproveitar todos os momentos para fazer dos dias lugares comuns, o sentirmos que nos amam e perceber, aos poucos, qual o caminho percorrer. Sentir a luz e o calor sobre ele, fechar os olhos e sentir/sorrir. E apeteceu-me, hoje de manhã, partilhar, apesar do dia ter nacido, lá fora, meio cinzento e húmido. Só isso.