terça-feira, 17 de maio de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
terça-feira, 16 de março de 2010

Amanhã entramos em contagem decrescente para o dia L.
Para aqueles que pretendem participar e que ainda não sabem muito bem como, visitem a página do Limpar Portugal e procurem no mapa o distrito a que pertencem, bem como o concelho onde vivem (ou próximo). Irão aceder a uma página onde poderão encontrar informações de como e onde poderão participar.
Se quiserem fazer uma saída de fim-de-semana e limpar Portugal um pouco mais próximo do mar e numa das matas nacionais mais importantes do país, convido-vos para irem até ao distrito de Leiria limpar a Mata Nacional - Pinhal do Rei, junto ao Oceano Atlântico.
Para quem não está a pensar participar, pondere três vezes e junte-se a nós. É já no Sábado.
Bora lá. Vamos pôr as mãos à obra!
Vamos limpar Portugal!
segunda-feira, 8 de março de 2010
Porque não há nada mais sublime que amar uma Mulher, descobrir e partilhar todas as fragrâncias, todos os caminhos, todos os pequenos redutos, e o céu, nada mais grandioso que sentir e partilhar Amor com uma Mulher.
E porque cada dia conquistado à frieza e à dificuldade que é construir uma vida em comum e um Amor lésbico numa sociedade timidamente homofóbica (para não dizer grosseiramente homofóbica que ainda hão-de dizer que estou a exagerar).
Porque há uma Mulher a quem dedico todas as horas, todos os dias e todo o meu sentir, sem reservas e sem limite.
Uma grande Mulher que eu amo…
Celebro este dia ainda com mais certeza que ainda há muito caminho a percorrer para proteger toda a riqueza, toda a beleza deste Amor, feminino.
Porque também aqui há muito a defender, há muito para fazer reconhecer aos outros que também temos direito a Amar, e que Amor não traz mal nenhum ao mundo.
Bem hajam neste dia em que se comemora o centenário do Dia Internacional da Mulher.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009

terça-feira, 19 de maio de 2009

.
"A SIC montou uma gigantesca campanha de promoção para a sua nova série/novela/monte de merda, que dá pelo nome de Rebelde Way. Depois de anos a apanhar bonés, percebeu que a melhor maneira de combater a morangada da TVI era...imitar. É lógico. Era inevitável. Depois de 20 minutos a ver a nova série (o que me provocou uma crise de cólicas da qual só um dia depois começo a recuperar) sinto-me preparado para uma análise. Bora lá. A fórmula é a mesma nos dois canais. Aqui fica a receita:
1 - Pitas boas. Muitas, quanto mais descascadas melhor (as séries de verão são, naturalmente, as melhores, porque eles vão todos juntos para a praia).
2 - Gajos "estilosos". A coisa divide-se em dois: há aqueles que têm quase 30 anos mas fazem de adolescentes, e depois há os que são mesmo adolescentes. Estes últimos são aqueles que se levam a sério enquanto "actores". O requisito essencial para qualquer gajo que entre nestas séries é ter um penteado ridículo.
3 - O Rebelde Way tem gajas do norte. Fazem de gajas daqui, mas aquele sotaque é fodido de perder. Fica ridículo, mas as gajas são boas.
4 - Nos Morangos, a palavra "pessoal" é dita 53 vezes por minuto, normalmente inserida nas frases "Eh pá, pessoal!", no início de cada conversa, ou então "Bora lá, pessoal", antes do início de qualquer actividade.
Agora vamos à bosta que a SIC acabou de parir, com pompa, circunstância, varejeiras e mau cheiro. Chama-se Rebelde Way. Cool, man! O slogan dos Morangos era "Geração Rebelde", mas a inspiração deve ter vindo de outro lado, de certeza. O que me irrita na poia da SIC é que os gajos são todos betinhos (até os mânfios são todos giros e cool e com uma caracterização ridícula, como se fossem a um baile de máscaras vestidos de agarrados ou arrumadores de carros). Mas depois são bué rebeldes. São bué mauzões, man! A brincar com os seus iPhone, com as suas roupinhas fashion, grandes vidas, mas muita mauzões.
Se há algo que esta geração de morangada não pode ser, não tem direito a ser, é ser rebelde. Rebelde porquê, contra quê? Nunca houve em Portugal geração mais privilegiada do que a actual, à qual esses putos pertencem. Nunca qualquer puto teve tanta liberdade e tanta guita no bolso como esta malta. Nunca as pitas foram tão boas e tão disponíveis para foder com a turma inteira como agora. Nunca houve tamanha liberdade de mandar os pais à merda e exigir uma melhor mesada porque é altura dos saldos. Rebelde porquê? Em nome de quê?
É claro que isto são pormenores com os quais as novelas não se deparam, nem têm de o fazer. O objectivo é simples: para uma geração tão privilegiada como aquela que é retratada, há que criar uma rebeldia fictícia, porque não é cool ser dondoca aos 16 anos. Mas é o que todos eles são.
Há uns tempos vi, no Largo do Carmo, um bando de uns 15 putos e pitas, vestidos à "dread" com roupinha acabada de comprar na "Pepe Jeans".Um dos putos que ia à frente, não devia ter mais de 16 anos, vem a falar à idiota como se fosse dono da rua, saca duma lata de tinta e escrevinha qualquer coisa de merda na parede. Todos se riram, todos adoraram, e ele foi, durante cinco minutos, o maior do bairro. Não fiz nada, mas devia ter-lhe partido a boca toda.
Todas as últimas gerações antes desta (incluindo a minha, a Geração Rasca, que se transformou na Geração Crise - bem nos foderam com esta merda) tiveram de furar, de lutar, de fazer algo. Havia uma alienação mais ou menos real, que depois se podia traduzir nalguma forma de rebeldia. Não era o 25 de Abril como os nossos pais. A nossa revolução é a dos recibos verdes e da consolidação orçamental. Mas esta morangada sente-se, devido à merda que a televisão lhes serve e aos paizinhos idiotas que (não) a educaram, que é dona do mundo. Quando já és dono do mundo, vais revoltar-te contra quem? E por que raio haverias de o fazer?!
E assim vamos nós. Com novelas de putos "rebeldes", feitas por "actores" cujo momento de glória é entrar numa boys band ou aparecer de cú ao léu na capa da FHM, ensinando a todos os outros putos que temos que ter cuidado com as drogas (mas todos os agarrados são limpinhos, assépticos, com os mesmos penteados ridículos), que a gravidez adolescente é má (mas todas as pitas querem foder à grande, porque são donas da sua própria vida e os pais não sabem nada, etc) e que, sobretudo, este mundo lhes deve alguma coisa.
Os tomates. A mim e aos meus, o mundo deve alguma coisa. Aos que foram atrás da merda do canudo para trabalhar num call center, aos que se matam a trabalhar e são forçados a ser adultos antes do tempo. Não a esta cambada de mentecaptos. E depois estas séries vão retratando "problemas sociais da juventude", afagando a consciência de quem "escreve" aquela merda, enquanto ao mesmo tempo incentivam esta visão egocêntrica, egoísta e vácua desta geração acabadinha de sair do forno.
Talvez eu esteja a ficar velho e a soar como o meu pai. Lamento se não é cool. Mas esta merda enoja-me.
Vão ser rebeldes pó caralhete.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Das duas, uma: ou vive noutro mundo e não lê jornais, não olha para o lado e o mundo, definitivamente, passa-lhe ao lado, ou então eu não pertenço, de facto, a este país, porque quem está mal, obviamente, muda-se, e assim eu terei de me mudar para um país com o qual me identifique, com os valores do seu povo.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
E até agora…
2-0
Ganha a equipa da casa.
Que argumentação magnifica.
O desgraçado do padre treme que nem varas verdes, e fervilha de irritação por dentro…
Bravo Miguel! Bravo Isabel!
Vamos lá ao round 2.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Workjacking.
Li este termo num dos blogues que comentavam o recente afastamento de Joana Varela da Colóquio/Letras.
E Workjacking é mesmo o termo a utilizar, e infelizmente acontece cada vez mais em Portugal.
É cada vez mais frequente o assalto aos lugares de destaque e de grande relevância, às funções mais vistosas, aos projectos mais importantes depois de bem consolidados. É frequente a falta de respeito pelo trabalho meritório de pessoas que mudaram e marcaram a cultura portuguesa.
É frequente o partidarismo com que se tomam certas decisões, seja o político-partidário, seja o pessoal ou de outra ordem, em detrimento da competência, do trabalho, da dedicação e entrega, do mérito.
Infelizmente o nosso país é assim, e tenho de confessar que tenho cada vez mais asco à cambada de energúmenos que se encontram a conduzir os destinos das nossas grandes casas de cultura, como esta.
Aqui
Assine!
Para saber mais:
Aqui
Aqui
quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Quem ler a frase acima deve pensar que tenho um que nunca mais acaba.
Acaba!
É substantivo e generoso, mas essa substância e generosidade bem que poderia ser proporcional ao meu cansaço e incapacidade para pensar depois de um dia de trabalho atrás de outro, sempre esgotante.
Agora vem a parte difícil… no meu tempo havia uma forma de fazer currículos: dados pessoais, formação académica, formação profissional, experiência profissional mais ou menos descritiva com indicação das competências especiais, publicações, participações em seminários e por aí fora, tudo por ordem cronológica, muito bem descrito e comprovado, para que o empregador/entrevistador soubesse exactamente o tipo de perfil e competências que o candidato tinha.
Os tempos mudam e agora há uma nova forma de fazer currículos: os EuroPass, com uma formatação específica que dá vontade de fugir e segundo uma norma europeia que até mete medo. Eu, pelo menos, acho, e de cada vez que me aparecem curriculos desses à frente é uma dor de cabeça para os ler.
Agora é a minha vez de dar esse trabalho a outros, sem bem que dá tb imenso trabalho a preparar, e não querendo parecer antiquada, vou-me render à norma.
O mais interessante destes currículos é que eles estão para a apresentação do perfil e competências dos candidatos, como Bolonha está para a formação académica: quanto menos informação tiverem melhor e quanto mais condensada e curta melhor.
Duas ou três páginas para explicar um currículo de onze anos… assim como uma dessas Licenciaturas que se tiram ao fim de três anos e Mestrado ao fim de mais dois, com uma tese com cerca de 50 a 75 páginas sobre uma “pintelhice” qualquer, com pouca informação, pouca fundamentação e o mais sintética possível.
Ora! É para isto que caminhamos.
Raios partam estas coisas da Europa!
quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Qual crise?!
Sinto-me tentada a concordar com o nosso Primeiro. Não estamos em crise.
A prova-lo o Leilão da Sotheby's de 15 e 16 de Setembro.
Golden Calf de Damien Hirst rendeu a melódica quantia de 13 112 000€ (sim! São milhões!), The Dream 2 962 000€, e mais umas quatro na ordem do meio milhão de euros cada.
No total, o leilão rendeu 140 300 000€…
Sim, são números inimagináveis para a grande maioria de nós, tal como são os vinte mil milhões de euros do fundo de garantia para Portugal, e os quinhentos mil milhões da Alemanha, e por aí fora.
Sabem o que vos digo?
Dediquem-se às artes plásticas, especulem em torno das obras, façam fortuna em alguns meses.
Ou então, esqueçam a loucura e a fortuna e emigrem para uma ilha qualquer ali para os lados da Polinésia, já que as das águas do Pacifico andam meio turbulentas nos últimos tempos.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Alguém está à espera de um pouco de humanidade, cidadania e democracia lá para os lados de São Bento?
Não.
Milagres são feitos de pessoas de bem, de pessoas responsáveis, integras e justas. Não são feitos de pessoas hipócritas, amputadas e de vistas curtas. Nem tão pouco de politiqueiros que podem ter tudo (eles pensam), menos as qualidades requeridas, as mais nobres e valiosas que um ser humano pode aspirar a ter (eu nem sei como se conseguem olhar ao espelho de manhã).
Ninguém espere milagres daquelas bandas, nem mesmo a mais simples, justa e nobre legitimação de direitos universais.
Por vezes gostava que se olhassem certas coisas com os olhos com que se olha para a coisa económica, com frieza, com objectividade, com pragmatismo, com total ausência de comoção...
Tanto como por vezes gostava que se olhasse para a coisa económica, do ponto de vista dos valores humanos, do bem-estar universal, ao invés do da materialidade e do individualismo.
Anda tudo às avessas… vamos ver onde no leva este carrossel de pedantes.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Este blog está solidário com todos os trabalhadores da Função Pública e em greve.
Reivindica:
Melhores salários;
Vínculos de nomeação para todos os trabalhadores;
Revogação do regime de mobilidade especial e sem precariedade;
Carreiras dignas;
Avaliação justa e sem quotas;
Acima de tudo reclama:
Por uma alteração geral à legislação portuguesa para acabar de vez com a profissão de Politico profissional, limitando para um determinado número de anos (8 a 12 anos) a ocupação de um cargo político, seja ele qual for, e o dobro dos anos para poder voltar a ocupar um cargo;
Que não seja legalmente permitida a promiscuidade político-partidária/profissional de alguns militantes/trabalhadores no que se refere a funções e a cargos públicos e politicos;
Por uma renovação imediata de políticos e candidatos a políticos profissionais, por cidadãos, profissionais especializados das mais variadas áreas, que possibilitem ao país uma gestão profissional dos interesses dos cidadãos e do Estado, em prol do bem-estar geral, independente do bem-estar e interesses económicos e partidários de alguns.
Por honestidade politica e ideológica, por uma real e irreversível assunção dos valores ideológicos de cada partido pelos respectivos políticos e candidatos, bem como a implementação de politicas estruturais e conjunturais em função da ideologia que cada um defende, (ou deveria ter preocupações em defender);
Pela legalidade de todos os direitos consagrados na constituição portuguesa que ainda são vedados a muitos.
Por seriedade política, muita seriedade política, e por vergonha, muita vergonha!

.jpg)