
Um almoço à margem…
Acordar de manhã, pegar no carro e rumar a Lisboa. Uma auto-estrada de sol, verde e brisas perfumadas. Não fosse a mudança da hora e o cansaço dos últimos dias teria levantado mais cedo, começaria pela baixa. Um passeio a pé, Chiado abaixo rumo à fnac, desta vez para me tentar não perder outra vez e trazer apenas uma ou outra delícia, tesouro.
O domingo estava assim. Tejo sereno, ar limpo, céu azul.
O melhor lugar junto da esplanada, dentro, abrigada do vento frio. Uma salada, um sumo de laranja acabado de espremer, e dois dedos de conversa desinteressada e perfeitamente fútil para descansar o cérebro. Em standby.
Uma caminhada água fora e um fim de tarde dentro dos bairros de Lisboa, onde os desgraçados descansam ao sol, nos passeios, à espera de mais um “chuto”, ou quem sabe a desfrutar dele.
Não fosse isso e haveriam domingos perfeitos.
Acordar de manhã, pegar no carro e rumar a Lisboa. Uma auto-estrada de sol, verde e brisas perfumadas. Não fosse a mudança da hora e o cansaço dos últimos dias teria levantado mais cedo, começaria pela baixa. Um passeio a pé, Chiado abaixo rumo à fnac, desta vez para me tentar não perder outra vez e trazer apenas uma ou outra delícia, tesouro.
O domingo estava assim. Tejo sereno, ar limpo, céu azul.
O melhor lugar junto da esplanada, dentro, abrigada do vento frio. Uma salada, um sumo de laranja acabado de espremer, e dois dedos de conversa desinteressada e perfeitamente fútil para descansar o cérebro. Em standby.
Uma caminhada água fora e um fim de tarde dentro dos bairros de Lisboa, onde os desgraçados descansam ao sol, nos passeios, à espera de mais um “chuto”, ou quem sabe a desfrutar dele.
Não fosse isso e haveriam domingos perfeitos.




